‘‘Compromisso com o
prazer - A exemplo de Borges e do ex-promissor "foca"
do New York Times Jayson Blair, os cinco escritores que se identificam
por um signo que começa por negar a suprema vaidade literária
da busca da fama pelo reconhecimento do nome, não têm
compromisso nenhum com a verdade histórica. 54,
última experiência desse 'laboratório de criações
literárias' (é assim que definem seu trabalho), é
mais uma prova de que seu único compromisso é com
o prazer do leitor. O objetivo é lhe tirar o fôlego
fornecendo doses de ação e fantasia sobre um pano
de fundo histórico.’’ - José Nêummane,
O Estado de São Paulo
‘‘Uma rebelião literária de mais de 500
páginas sobre o ano de 1954. Cary Grant e um punhado de vidas
comuns, mas não por isso menos importantes’’
- Revista Qué Pasa (Chile)
Não falta (a 54) nenhum dos elementos de um
best-seller. Tem amores tórridos porém impossíveis,
amizades que resistem ao tempo e complicadas relações
familiares. O que diferencia dos típicos best-sellers norte-americanos
é que desta vez os bons são os maus: os pobres, os
oprimidos e os idealistas’’ - El Pais (Espanha)
‘‘Em 54 se constroem personagens e tramas
excepcionais a partir de uma atmosfera enigmática e dos contrastes
que vêm nos impregnando há 50 anos’’ -
La Stampa (Itália)
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